Laço Infinito | Estrela Flamejante | Signo do microcosmo | Pentalfa


Representado pela figura de uma estrela de cinco pontas interligadas por cinco retas perfeitas, o pentagrama é um dos símbolos pagãos mais difundidos e conhecidos da atualidade. Dentre o grande número de significados esotéricos atribuídos a ele ao longo da história pode-se destacar a representação do corpo humano a perfeição e o domínio dos cinco elementos.
Os Hebreus tinham o pentagrama como designação da verdade e símbolo o Pentateuco (cinco livros do velho testamento). Os gregos o conheciam como Petalf (pentalfa) por ser composto por cinco Alfas. Sua popularidade na Grécia Antiga se deu através do matemático filosofo Pitágoras que considerava o pentagrama um símbolo de perfeição: “A Proporção Divina”. Suas viagens são uma das prováveis explicações para a difusão do pentagrama pelo Egito, Caldéia e nos arredores da Índia.
Para os Agnósticos o símbolo era conhecido como “Estrela Flamejante”. Para os Druidas um símbolo divino e para os Egípcios o útero da terra. Os primeiros Cristãos associavam as cinco pontas às cinco chagas de Cristo. Na era medieval o pentagrama chegou a ser usado como símbolo de proteção pessoal contra demônio ou em portas e janelas e até mesmo em templos.
Em Portugal ainda é perceber a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. Com início da Idade das Trevas a Inquisição considerava qualquer manifestação de paganismo como heresia. E o pentagrama passou a ser visto como uma representação da cabeça de um bode ou o diabo, na forma de Baphomet, o mesmo pelo qual os Templários foram acusados de adorar.
Com o fim da Era das Trevas surge o Hermetismo, ciência que unia alquimia e filosofia. A importância do simbolismo gráfico ressurge e na renascença. O pentagrama agora era o símbolo do microcosmo (o homem individual) e macrocosmo (o homem universal). Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) unidos ao quinto, que simboliza o espírito (a Quintessência dos Alquimistas e agnósticos), ou seja, a relação entre a cabeça e os membros do pentagrama.
A figura do pentagrama foi novamente elevada à representação do Bem e do Mal quando Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) ilustrou o pentagrama vertical ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do bode de Baphomet.
Quando em 1940 Gerald Gardner estabeleceu uma relação entre as cinco pontas do pentagrama com a união dos três aspectos da deusa aos dois aspectos do deus, o pentagrama retomou sua força e passou a ser o principal símbolo da Wicca. Atualmente o pentagrama é considerado pelos Wiccanos como a dominação da quintessência sobre os quatro elementos fundamentais da natureza e é usado como símbolo de proteção.
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Para os Agnósticos o símbolo era conhecido como “Estrela Flamejante”. Para os Druidas um símbolo divino e para os Egípcios o útero da terra. Os primeiros Cristãos associavam as cinco pontas às cinco chagas de Cristo. Na era medieval o pentagrama chegou a ser usado como símbolo de proteção pessoal contra demônio ou em portas e janelas e até mesmo em templos.
Em Portugal ainda é perceber a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. Com início da Idade das Trevas a Inquisição considerava qualquer manifestação de paganismo como heresia. E o pentagrama passou a ser visto como uma representação da cabeça de um bode ou o diabo, na forma de Baphomet, o mesmo pelo qual os Templários foram acusados de adorar.
Com o fim da Era das Trevas surge o Hermetismo, ciência que unia alquimia e filosofia. A importância do simbolismo gráfico ressurge e na renascença. O pentagrama agora era o símbolo do microcosmo (o homem individual) e macrocosmo (o homem universal). Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) unidos ao quinto, que simboliza o espírito (a Quintessência dos Alquimistas e agnósticos), ou seja, a relação entre a cabeça e os membros do pentagrama.
A figura do pentagrama foi novamente elevada à representação do Bem e do Mal quando Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) ilustrou o pentagrama vertical ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do bode de Baphomet.
Quando em 1940 Gerald Gardner estabeleceu uma relação entre as cinco pontas do pentagrama com a união dos três aspectos da deusa aos dois aspectos do deus, o pentagrama retomou sua força e passou a ser o principal símbolo da Wicca. Atualmente o pentagrama é considerado pelos Wiccanos como a dominação da quintessência sobre os quatro elementos fundamentais da natureza e é usado como símbolo de proteção.
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Temer ou pendurar no pescoço?! Hein?!Olha, segundo alguns cristãos da atualidade o Pentagrama nada mais é do que "a chave do portal que liga o mundo terreno diretamente com Satanás".
O pentagrama teria duas facetas distintas: representando tanto o homem como também a figura do bode (que seria em um conceito cristão a representação de Lucifer). O bode ainda faria alusão ao bode da expiação descrito em Levítico. O bode era solto no deserto e levava sobre si os pecados do povo.
O pentagrama teria duas facetas distintas: representando tanto o homem como também a figura do bode (que seria em um conceito cristão a representação de Lucifer). O bode ainda faria alusão ao bode da expiação descrito em Levítico. O bode era solto no deserto e levava sobre si os pecados do povo.
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